Olá ,
Sou Olímpia Maria, professora de Matemática na Escola Normal
Estadual Min. José Américo de Almeida, e na Escola Municipal de Ens. Inf. e
Fundam. Dr. José Dantas Pinheiro, especialista em Metodologia do Ens.
Fundamental e mestranda em Docência da Educação Brasileira.
Amo a tecnologia e sempre procuro aperfeiçoar meus conhecimentos e
práticas na sala de aula. Estou pronta para interagir com vocês na aprendizagem,
troca de ideias e conhecimentos.
Beijos!!!!
Aqui seguem minhas reflexões de textos estudados no
decorrer do curso:
O mundo vem se
modificando diariamente diante do surgimento das novas tecnologias digitais e
de informação. Na educação não é diferente. Integrar as novas tecnologias com a
prática docente é um desafio hoje para o professor. Com o grande aumento na
utilização das novas ferramentas que a tecnologia oferece como: computador,
Internet e outros, promovem a busca pela atualização e qualificação cada vez
mais, para integrar os seus conhecimentos com a prática docente. O vídeo
“Função Docente no Século XXI” tem o objetivo de promover uma reflexão acerca
das práticas educacionais frente às novas tecnologias digitais. Portanto, é
importante aprofundar nesse estudo no sentido de dar argumentos que visem
desenvolver competências para o professor e desenvolver situações para a
compreensão na sociedade da informação.
São muitos os
benefícios das tecnologias na educação, pois viabiliza também a descoberta e o
aprender fazendo, uma vez que o discente opera a máquina resultando numa
aprendizagem mais prazerosa além de aumentar sua autoestima e seguir
descobrindo e construindo saberes.
Teoria e prática devem sempre andar de mãos dadas,
principalmente quando o objetivo dos professores é melhorar a aprendizagem dos
alunos na sala de aula e, nada melhor do que desenvolver projetos para pormos
em prática os conteúdos didáticos ministrados.
A Matemática é uma disciplina já antipatizada pela
maioria dos alunos e os projetos desenvolvidos auxiliam consideravelmente no
interesse dos mesmos, refletindo assim, nos resultados positivos das
avaliações.
Contudo, resolvi inserir um projeto interdisciplinar
envolvendo a Matemática com o estudo de "Gráficos e Tabelas". Foi
ótimo, pois além de incentivar a pesquisa via internet, percebi o interesse e a
empolgação de todos os alunos resultando num bom conceito quantitativo e
qualitativo de avaliação.


Partindo de um
sonho e a grande vontade de realizá-lo, enfrentando dificuldades sem nunca
desistir, seguindo passo-a-passo na criatividade e aperfeiçoando cada vez mais
é possível se obter êxito num produto de grande evolução resultante desse
sonho. O mesmo acontece na educação, profissionais precisam acreditar em seus
sonhos e ter perseverança de atingir o objetivo da aprendizagem com
criatividade e superação.
A grande
invenção do computador juntamente com a internet nos concede ampla oportunidade
para abrir horizontes no sentido de descobertas e desenvolvimento sociocultural,
profissional, financeiro, etc. Esta máquina também é produto de um sonho aliado
à criatividade e paixão pela tecnologia e vem transformando as sociedades no
pensar e no agir num processo de evolução contínua.
O educador precisa ser multifuncional
em sua prática docente e acompanhar a evolução tecnológica para desenvolver
estratégias pedagógicas com qualidade em seus mais diversos espaços
educacionais como: salas de aula, laboratório de informática, pesquisa de campo
e etc. para enfrentar os desafios que estão a cargo de sua profissão.
Portanto, nós professores precisamos
acompanhar as mudanças das novas tecnologias para educação, pois em muitos
casos os alunos se destacam mais do que os professores nesse novo cenário.
Nesse contexto, é de suma importância que conheçamos esse novo modelo de
educação, e possa através dele atingirmos os objetivos que é o processo de
ensino-aprendizagem dos alunos. Assim, não teremos o computador como nosso
substituto, mas como uma boa ferramenta para um trabalho mais dinâmico e com
melhores resultados.
Nesse
intuito, pretendo desenvolver na escola que trabalho o seguinte projeto:
“INTERPRETAÇÃO DE GRÁFICOS UTILIZANDO MÍDIAS NA SALA DE AULA”
MÍDIAS: IMPRESSA E INFORMÁTICA
Projeto do
curso de Iniciação a Educação Digital.
1- INTRODUÇÃO:
Em sua edição de 22 de
outubro de 2008, a
revista Veja publicou um gráfico apresentando o aumento da sobrevida ao câncer
de próstata em fase inicial ao longo do último século nos principais centros de
tratamento da doença. O gráfico mencionou resultados a partir do ano de 1900
até 2008.
No intuito de trabalhar as
mídias em sala de aula e aproveitando o ensejo de informar e trabalhar o
conteúdo programático da disciplina Matemática (gráficos) emergiu a ideia de
planejar o presente projeto, visando facilitar a aprendizagem do aluno,
dinamizar a aula e entrosar o conteúdo programático do livro didático com
assuntos da atualidade, que estão de certa forma, relacionados ao cotidiano do
educando, a exemplo do câncer de próstata, além de incentivar o aluno a
utilizar o computador com os softwares e suas ferramentas na realização dos
trabalhos escolares.
O projeto será executado
na Escola Normal Estadual “Min. José Américo de Almeida”, situado na cidade de
São João do Rio do Peixe - PB.
2 – OBJETIVOS:
- Interpretar gráficos
com dados numéricos e em percentuais.
- Incentivar a leitura
de gêneros da mídia impressa.
- Informar assuntos da
atualidade.
- Relacionar conteúdos
da disciplina Matemática com assuntos da atualidade.
- Desenvolver habilidade
no uso de softwares para realizar trabalhos escolares.
- Incentivar o
relacionamento social entre alunos através da mídia impressa.
3 – PÚBLICO ENVOLVIDO:
A atividade será
realizada com os 27 alunos do 9º ano do Curso Normal da Escola Normal Estadual
“José Américo de Almeida” e o professor de Matemática. Em seguida, os trabalhos
serão expostos para divulgação e uso dos demais professores fazerem uso do
mesmo com seus alunos.
4 – MÍDIAS E RECURSOS A SEREM UTILIZADOS:
- Revista e livro
didático.
- Papel A4, lápis e
Xérox da matéria divulgada na revista e para impressão dos trabalhos.
- Computador e
impressora.
- Mural e fita durex
para exposição do material trabalhado e produzido.
5 – METODOLOGIA:
Inicialmente, o professor
fará uma explanação do conteúdo programático “interpretação de gráficos”
utilizando o livro didático.
Em seguida, serão tiradas
xérox das páginas 100, 101, 103 e 105 da revista Veja de 22/10/2008 e serão
distribuídas para os quatro grupos previamente divididos sendo assim distribuídas
as tarefas:
- 1º grupo: fará uma tabela com os dados coletados
na revista;
- 2º grupo: representará a coleta de dados no gráfico
de linha;
- 3º grupo: representará a coleta de dados no gráfico
de barras;
- 4ºgrupo: representará a coleta de dados no gráfico
de setores.
Logo após, os grupos irão
ao laboratório de informática para receberem aulas auxiliares para o uso devido
do computador e dos programas necessários para construção de tabelas e
gráficos.
Os trabalhos serão
digitados e impressos para serem afixados em um mural no pátio da escola a fim
de que os demais componentes da escola tenham acesso.
6 – REFERENCIAL TEÓRICO:
A aprendizagem da
leitura, escrita e fala da língua oficial no ensino fundamental não se
restringe à área de Língua Portuguesa, uma vez que a língua é instrumental
básico de conhecimento. Em
Ciências Naturais , como Matemática, oportunidades para ler,
escrever e falar são momentos de estudo e elaboração de códigos de linguagem
específicos do conhecimento científico.
A aprendizagem desse
código comporta tanto a leitura e escrita de textos informativos quanto a
apropriação de terminologia específica, capacidades que os estudantes
desenvolvem conjuntamente, conforme trabalham diferentes propostas de
atividades.
É claro que a simples menção a textos em
associação com ensino, imediatamente faz lembrar os livros didáticos
tradicionais que, até pela falta de
outros elementos, têm
sido o principal suporte ou guia do ensino de Ciências, mas, freqüentemente,
difundindo propostas limitadas e não raro equivocadas.
É importante entender o
livro didático como instrumento auxiliar e não a principal ou única referência.
A seleção de textos pelo
professor é fundamental, tendo claro que propósitos irão cumprir e de seu papel
como crítico dos materiais escritos; não é por estar em um papel que todo texto
será isento de erros e preconceitos. Também os textos não são
auto-explicativos; estão situados em contextos históricos e éticos que devem
ser problematizados, para que seu significado e intenção possam ser percebidos
pelos estudantes.
Para a área de Ciências
Naturais há muitas fontes textuais que podem ser organizadas pelo professor e
um acervo pessoal ou, no âmbito da escola, por bibliotecário ou outro
responsável. Trata-se de enciclopédias temáticas, livros de divulgação ou
ficção científica, matérias de jornal ou de revistas, folhetos de origem
diversa (museus, postos de saúde, organizações não-governamentais, empresas,
etc.) e livros paradidáticos. Tais fontes cumprem diferentes funções,
claramente superando e completando aquelas do livro didático tradicional.
O trabalho com
paradidáticos vem ganhando adeptos por permitir maior flexibilidade na escolha
de conteúdos e enfoques ao longo de um ano, uma vez que efetivamente é durante
as aulas que o professor pode sentir a maturidade intelectual, as demandas e os
interesses da classe que direcionam suas escolhas. Além disso, entre os livros
paradidáticos encontram-se obras didaticamente atualizadas, que articulam
conhecimentos de diferentes disciplinas científicas, aspectos do cotidiano e da
História das Ciências.
Também ganham interesse
crescente as atividades com uso de matéria jornalística na escola existindo,
inclusive, projetos de empresas jornalísticas brasileiras voltadas para esse
fim. O fato é que mesmo antes de esses projetos existirem, professores já
valorizavam tais atividades, por trazerem atualidades científicas e ambientais
para a classe. As possibilidades de utilização das matérias de jornal e
revistas são muitas: podem ser fontes de informação, de problematização, de
ilustração ou ampliação para um tema tratado em sala de aula. Os próprios
estudantes podem cooperar na reunião e classificação de artigos, organizarem
painéis temáticos fazendo pesquisas na internet, por exemplo, para temas transversais
que estão sendo alvo de trabalho em um dado período letivo.
Alguns cuidados
importantes devem ser tomados pelo professor ao selecionar matérias
jornalísticas. É importante verificar quais conhecimentos são pré-requisitos
para a leitura de determinado texto e se os estudantes já os têm, pois, em caso
negativo, o texto poderá servir como objeto de problematização, não como fonte
de informações. Também, claro, deve ser avaliada a correção conceitual do
texto. Mas mesmo um texto incorreto poderá ser utilizado pelo professor, desta
vez como objeto de crítica e correção.
Folhetos de diferentes origens, como das
distribuidoras de água, gás e energia elétrica, entre outros, também são
interessantes leituras. Mas não basta ler o
material. É necessário
interpretá-lo e reescrevê-lo para que conhecimentos possam ser apropriados.
Outras atividades
textuais, feitas com o auxílio do computador, utilizando softwares que
viabilizem construção de gráficos e tabelas também são valorizadas em Ciências Naturais.
É importante que o professor ensine esses procedimentos para seus estudantes,
inicialmente mostrando como se faz, para que, progressivamente, os estudantes
ganhem confiança e autonomia.
A informática na prática
pedagógica viabiliza um reencantamento no processo de ensino-aprendizagem.
Porém, esse reencantamento não reside apenas na tecnologia, ou seja, no
computador, mas em nós professores que somos responsáveis pelo progresso na
educação, que queremos crescer e fazer evoluir nossa prática pedagógica.
Valorizando o sensorial,
o emocional e o lógico e desenvolvendo atitudes positivas, modos de perceber,
sentir e comunicarmos mais livres, ricos e profundos é que podemos inserir o
uso da informática na sala de aula a fim de transformarmos a informação em
conhecimento, conhecimento em saber e ética.
“Ensinar a ler é uma tarefa de todo professor, não
sendo exclusividade do de Língua Portuguesa, quase sempre responsabilizado pela
dificuldade do aluno de interpretar questões de outras disciplinas. O
desconhecimento do que seja leitura e dos processos sócio-cognitivos nela
envolvidos leva as pessoas a construírem um conceito limitado desta ação de
linguagem” (Honoralice de Araújo Mattos Paoneli –UNICOR- e Sérgio Roberto Costa
– UNICOR).
7 –
AVALIAÇÃO:
A avaliação será realizada durante o processo de
construção do conhecimento, observando-se a reação dos alunos, as dificuldades
e facilidades, envolvendo-os no projeto, procurando levá-los à compreensão do
objeto de estudo, de forma que ao final da atividade, todos tenham se apropriado
do mínimo necessário para atuarem conscientemente na comunidade em que vivem.
Serão analisadas e discutidas as produções impressas, afixadas no mural da
escola.
8 – CRONOGRAMA:
As atividades sugeridas no projeto serão
desenvolvidas no horário normal das aulas de Matemática, sendo assim
distribuídas:
|
PERÍODO
|
1ªSEMANA
(04-08/10/13)
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2ªSEMANA
(11-15/10/13)
|
3ªSEMANA
(18-22/10/13)
|
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ATIVIDADES
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Explanação do conteúdo programático, leitura e
compreensão da matéria da revista.
|
Conhecer programas do computador para
digitalização dos trabalhos.
|
Impressão dos trabalhos, apresentação em sala,
correção dos trabalhos e exposição dos mesmos no mural.
|
9 –
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
LOPES, Adriana Dias. Câncer de Próstata: O Início
de uma Nova Era. Veja, Ed. Abril,
edição 2083, ano 41, nº 42,22/10/ 2008.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências
Naturais/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: MEC/ SEF, 2001,
138p.
GIOVANNI, José Ruy, 1937. Matemática: Pensar e Descobrir o Novo/ Giovanni & Giovanni Jr.
– São Paulo: FTD, 2000 – (Coleção Matemática “Pensar e Descobrir”).
PAOLINELI, Honoralice de Araújo Matos; COSTA,
Sergio Roberto. Práticas de Leitura /
Escrita em Sala de Aula. Carmópolis-MG, 2003. Disponível em:
<http://www.filologia.org.br/viiicnlf/anais/caderno09-13.html>.
VALENTE,
J.A. Por Quê o Computador na Educação. Textos Suplementares. Módulo Internet e
Educação. Lavras: UFLA/FAEP, 2001
O
educador precisa ser multifuncional em sua prática docente e acompanhar a
evolução tecnológica para desenvolver estratégias pedagógicas com qualidade em
seus mais diversos espaços educacionais como: salas de aula, laboratório de
informática, pesquisa de campo e etc. para enfrentar os desafios que estão a
cargo de sua profissão.
Portanto,
nós professores precisamos acompanhar as mudanças das novas tecnologias para
educação, pois em muitos casos os alunos se destacam mais do que os professores
nesse novo cenário. Nesse contexto, é de suma importância que conheçamos esse
novo modelo de educação, e possa através dele atingirmos os objetivos que é o
processo de ensino-aprendizagem dos alunos. Assim, não teremos o computador
como nosso substituto, mas como uma boa ferramenta para um trabalho mais
dinâmico e com melhores resultados.
“Quem
estuda, CRESCE!”


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