domingo, 29 de setembro de 2013

Proinfo Integrado - Curso de Iniciação a Educação Digital - Síntese dos Encontros

Olá ,
Sou Olímpia Maria,  professora de Matemática na Escola Normal Estadual Min. José Américo de Almeida, e na Escola Municipal de Ens. Inf. e Fundam. Dr. José Dantas Pinheiro, especialista em Metodologia do Ens. Fundamental e mestranda em Docência da Educação Brasileira.
Amo a tecnologia e sempre procuro aperfeiçoar meus conhecimentos e práticas na sala de aula. Estou pronta para interagir com vocês na aprendizagem, troca de ideias e conhecimentos.
Beijos!!!!

Aqui seguem minhas reflexões de textos estudados no decorrer do curso:
O mundo vem se modificando diariamente diante do surgimento das novas tecnologias digitais e de informação. Na educação não é diferente. Integrar as novas tecnologias com a prática docente é um desafio hoje para o professor. Com o grande aumento na utilização das novas ferramentas que a tecnologia oferece como: computador, Internet e outros, promovem a busca pela atualização e qualificação cada vez mais, para integrar os seus conhecimentos com a prática docente. O vídeo “Função Docente no Século XXI” tem o objetivo de promover uma reflexão acerca das práticas educacionais frente às novas tecnologias digitais. Portanto, é importante aprofundar nesse estudo no sentido de dar argumentos que visem desenvolver competências para o professor e desenvolver situações para a compreensão na sociedade da informação.
São muitos os benefícios das tecnologias na educação, pois viabiliza também a descoberta e o aprender fazendo, uma vez que o discente opera a máquina resultando numa aprendizagem mais prazerosa além de aumentar sua autoestima e seguir descobrindo e construindo saberes.


Teoria e prática devem sempre andar de mãos dadas, principalmente quando o objetivo dos professores é melhorar a aprendizagem dos alunos na sala de aula e, nada melhor do que desenvolver projetos para pormos em prática os conteúdos didáticos ministrados.
A Matemática é uma disciplina já antipatizada pela maioria dos alunos e os projetos desenvolvidos auxiliam consideravelmente no interesse dos mesmos, refletindo assim, nos resultados positivos das avaliações.
Contudo, resolvi inserir um projeto interdisciplinar envolvendo a Matemática com o estudo de "Gráficos e Tabelas". Foi ótimo, pois além de incentivar a pesquisa via internet, percebi o interesse e a empolgação de todos os alunos resultando num bom conceito quantitativo e qualitativo de avaliação.Descrição: Descrição: yesDescrição: Descrição: yesDescrição: Descrição: yesDescrição: Descrição: yes
Partindo de um sonho e a grande vontade de realizá-lo, enfrentando dificuldades sem nunca desistir, seguindo passo-a-passo na criatividade e aperfeiçoando cada vez mais é possível se obter êxito num produto de grande evolução resultante desse sonho. O mesmo acontece na educação, profissionais precisam acreditar em seus sonhos e ter perseverança de atingir o objetivo da aprendizagem com criatividade e superação.
A grande invenção do computador juntamente com a internet nos concede ampla oportunidade para abrir horizontes no sentido de descobertas e desenvolvimento sociocultural, profissional, financeiro, etc. Esta máquina também é produto de um sonho aliado à criatividade e paixão pela tecnologia e vem transformando as sociedades no pensar e no agir num processo de evolução contínua.

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O educador precisa ser multifuncional em sua prática docente e acompanhar a evolução tecnológica para desenvolver estratégias pedagógicas com qualidade em seus mais diversos espaços educacionais como: salas de aula, laboratório de informática, pesquisa de campo e etc. para enfrentar os desafios que estão a cargo de sua profissão. 
Portanto, nós professores precisamos acompanhar as mudanças das novas tecnologias para educação, pois em muitos casos os alunos se destacam mais do que os professores nesse novo cenário. Nesse contexto, é de suma importância que conheçamos esse novo modelo de educação, e possa através dele atingirmos os objetivos que é o processo de ensino-aprendizagem dos alunos. Assim, não teremos o computador como nosso substituto, mas como uma boa ferramenta para um trabalho mais dinâmico e com melhores resultados.
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Nesse intuito, pretendo desenvolver na escola que trabalho o seguinte projeto:


“INTERPRETAÇÃO DE GRÁFICOS UTILIZANDO MÍDIAS NA SALA DE AULA”


MÍDIAS: IMPRESSA E INFORMÁTICA


Projeto do curso de Iniciação a Educação Digital.


1- INTRODUÇÃO:

Em sua edição de 22 de outubro de 2008, a revista Veja publicou um gráfico apresentando o aumento da sobrevida ao câncer de próstata em fase inicial ao longo do último século nos principais centros de tratamento da doença. O gráfico mencionou resultados a partir do ano de 1900 até 2008.

No intuito de trabalhar as mídias em sala de aula e aproveitando o ensejo de informar e trabalhar o conteúdo programático da disciplina Matemática (gráficos) emergiu a ideia de planejar o presente projeto, visando facilitar a aprendizagem do aluno, dinamizar a aula e entrosar o conteúdo programático do livro didático com assuntos da atualidade, que estão de certa forma, relacionados ao cotidiano do educando, a exemplo do câncer de próstata, além de incentivar o aluno a utilizar o computador com os softwares e suas ferramentas na realização dos trabalhos escolares.

O projeto será executado na Escola Normal Estadual “Min. José Américo de Almeida”, situado na cidade de São João do Rio do Peixe - PB.


2 – OBJETIVOS:

  • Interpretar gráficos com dados numéricos e em percentuais.
  • Incentivar a leitura de gêneros da mídia impressa.
  • Informar assuntos da atualidade.
  • Relacionar conteúdos da disciplina Matemática com assuntos da atualidade.
  • Desenvolver habilidade no uso de softwares para realizar trabalhos escolares.
  • Incentivar o relacionamento social entre alunos através da mídia impressa.




3 – PÚBLICO ENVOLVIDO:

A atividade será realizada com os 27 alunos do 9º ano do Curso Normal da Escola Normal Estadual “José Américo de Almeida” e o professor de Matemática. Em seguida, os trabalhos serão expostos para divulgação e uso dos demais professores fazerem uso do mesmo com seus alunos.

4 – MÍDIAS E RECURSOS A SEREM UTILIZADOS:

  • Revista e livro didático.
  • Papel A4, lápis e Xérox da matéria divulgada na revista e para impressão dos trabalhos.
  • Computador e impressora.
  • Mural e fita durex para exposição do material trabalhado e produzido.
 5 – METODOLOGIA:


Inicialmente, o professor fará uma explanação do conteúdo programático “interpretação de gráficos” utilizando o livro didático.

Em seguida, serão tiradas xérox das páginas 100, 101, 103 e 105 da revista Veja de 22/10/2008 e serão distribuídas para os quatro grupos previamente divididos sendo assim distribuídas as tarefas:
  • 1º grupo: fará uma tabela com os dados coletados na revista;
  • 2º grupo: representará a coleta de dados no gráfico de linha;
  • 3º grupo: representará a coleta de dados no gráfico de barras;
  • 4ºgrupo: representará a coleta de dados no gráfico de setores.

Logo após, os grupos irão ao laboratório de informática para receberem aulas auxiliares para o uso devido do computador e dos programas necessários para construção de tabelas e gráficos.

Os trabalhos serão digitados e impressos para serem afixados em um mural no pátio da escola a fim de que os demais componentes da escola tenham acesso.



6 – REFERENCIAL TEÓRICO:

A aprendizagem da leitura, escrita e fala da língua oficial no ensino fundamental não se restringe à área de Língua Portuguesa, uma vez que a língua é instrumental básico de conhecimento. Em Ciências Naturais, como Matemática, oportunidades para ler, escrever e falar são momentos de estudo e elaboração de códigos de linguagem específicos do conhecimento científico.

A aprendizagem desse código comporta tanto a leitura e escrita de textos informativos quanto a apropriação de terminologia específica, capacidades que os estudantes desenvolvem conjuntamente, conforme trabalham diferentes propostas de atividades.

É claro que a simples menção a textos em associação com ensino, imediatamente faz lembrar os livros didáticos tradicionais que, até pela falta de
outros elementos, têm sido o principal suporte ou guia do ensino de Ciências, mas, freqüentemente, difundindo propostas limitadas e não raro equivocadas.

É importante entender o livro didático como instrumento auxiliar e não a principal ou única referência.

A seleção de textos pelo professor é fundamental, tendo claro que propósitos irão cumprir e de seu papel como crítico dos materiais escritos; não é por estar em um papel que todo texto será isento de erros e preconceitos. Também os textos não são auto-explicativos; estão situados em contextos históricos e éticos que devem ser problematizados, para que seu significado e intenção possam ser percebidos pelos estudantes.

Para a área de Ciências Naturais há muitas fontes textuais que podem ser organizadas pelo professor e um acervo pessoal ou, no âmbito da escola, por bibliotecário ou outro responsável. Trata-se de enciclopédias temáticas, livros de divulgação ou ficção científica, matérias de jornal ou de revistas, folhetos de origem diversa (museus, postos de saúde, organizações não-governamentais, empresas, etc.) e livros paradidáticos. Tais fontes cumprem diferentes funções, claramente superando e completando aquelas do livro didático tradicional.

O trabalho com paradidáticos vem ganhando adeptos por permitir maior flexibilidade na escolha de conteúdos e enfoques ao longo de um ano, uma vez que efetivamente é durante as aulas que o professor pode sentir a maturidade intelectual, as demandas e os interesses da classe que direcionam suas escolhas. Além disso, entre os livros paradidáticos encontram-se obras didaticamente atualizadas, que articulam conhecimentos de diferentes disciplinas científicas, aspectos do cotidiano e da História das Ciências.

Também ganham interesse crescente as atividades com uso de matéria jornalística na escola existindo, inclusive, projetos de empresas jornalísticas brasileiras voltadas para esse fim. O fato é que mesmo antes de esses projetos existirem, professores já valorizavam tais atividades, por trazerem atualidades científicas e ambientais para a classe. As possibilidades de utilização das matérias de jornal e revistas são muitas: podem ser fontes de informação, de problematização, de ilustração ou ampliação para um tema tratado em sala de aula. Os próprios estudantes podem cooperar na reunião e classificação de artigos, organizarem painéis temáticos fazendo pesquisas na internet, por exemplo, para temas transversais que estão sendo alvo de trabalho em um dado período letivo.

Alguns cuidados importantes devem ser tomados pelo professor ao selecionar matérias jornalísticas. É importante verificar quais conhecimentos são pré-requisitos para a leitura de determinado texto e se os estudantes já os têm, pois, em caso negativo, o texto poderá servir como objeto de problematização, não como fonte de informações. Também, claro, deve ser avaliada a correção conceitual do texto. Mas mesmo um texto incorreto poderá ser utilizado pelo professor, desta vez como objeto de crítica e correção.
Folhetos de diferentes origens, como das distribuidoras de água, gás e energia elétrica, entre outros, também são interessantes leituras. Mas não basta ler o
material. É necessário interpretá-lo e reescrevê-lo para que conhecimentos possam ser apropriados.

Outras atividades textuais, feitas com o auxílio do computador, utilizando softwares que viabilizem construção de gráficos e tabelas também são valorizadas em Ciências Naturais. É importante que o professor ensine esses procedimentos para seus estudantes, inicialmente mostrando como se faz, para que, progressivamente, os estudantes ganhem confiança e autonomia.

A informática na prática pedagógica viabiliza um reencantamento no processo de ensino-aprendizagem. Porém, esse reencantamento não reside apenas na tecnologia, ou seja, no computador, mas em nós professores que somos responsáveis pelo progresso na educação, que queremos crescer e fazer evoluir nossa prática pedagógica.

Valorizando o sensorial, o emocional e o lógico e desenvolvendo atitudes positivas, modos de perceber, sentir e comunicarmos mais livres, ricos e profundos é que podemos inserir o uso da informática na sala de aula a fim de transformarmos a informação em conhecimento, conhecimento em saber e ética.
“Ensinar a ler é uma tarefa de todo professor, não sendo exclusividade do de Língua Portuguesa, quase sempre responsabilizado pela dificuldade do aluno de interpretar questões de outras disciplinas. O desconhecimento do que seja leitura e dos processos sócio-cognitivos nela envolvidos leva as pessoas a construírem um conceito limitado desta ação de linguagem” (Honoralice de Araújo Mattos Paoneli –UNICOR- e Sérgio Roberto Costa – UNICOR).
7 – AVALIAÇÃO:
A avaliação será realizada durante o processo de construção do conhecimento, observando-se a reação dos alunos, as dificuldades e facilidades, envolvendo-os no projeto, procurando levá-los à compreensão do objeto de estudo, de forma que ao final da atividade, todos tenham se apropriado do mínimo necessário para atuarem conscientemente na comunidade em que vivem. Serão analisadas e discutidas as produções impressas, afixadas no mural da escola.
8 – CRONOGRAMA:
As atividades sugeridas no projeto serão desenvolvidas no horário normal das aulas de Matemática, sendo assim distribuídas:

PERÍODO
1ªSEMANA
(04-08/10/13)
2ªSEMANA
(11-15/10/13)
3ªSEMANA
(18-22/10/13)
ATIVIDADES
Explanação do conteúdo programático, leitura e compreensão da matéria da revista.
Conhecer programas do computador para digitalização dos trabalhos.
Impressão dos trabalhos, apresentação em sala, correção dos trabalhos e exposição dos mesmos no mural.

9 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
LOPES, Adriana Dias. Câncer de Próstata: O Início de uma Nova Era. Veja, Ed. Abril, edição 2083, ano 41, nº 42,22/10/ 2008.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências Naturais/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: MEC/ SEF, 2001, 138p.
GIOVANNI, José Ruy, 1937. Matemática: Pensar e Descobrir o Novo/ Giovanni & Giovanni Jr. – São Paulo: FTD, 2000 – (Coleção Matemática “Pensar e Descobrir”).
PAOLINELI, Honoralice de Araújo Matos; COSTA, Sergio Roberto. Práticas de Leitura / Escrita em Sala de Aula. Carmópolis-MG, 2003. Disponível em: <http://www.filologia.org.br/viiicnlf/anais/caderno09-13.html>.
VALENTE, J.A. Por Quê o Computador na Educação. Textos Suplementares. Módulo Internet e Educação. Lavras: UFLA/FAEP, 2001
O educador precisa ser multifuncional em sua prática docente e acompanhar a evolução tecnológica para desenvolver estratégias pedagógicas com qualidade em seus mais diversos espaços educacionais como: salas de aula, laboratório de informática, pesquisa de campo e etc. para enfrentar os desafios que estão a cargo de sua profissão. 
Portanto, nós professores precisamos acompanhar as mudanças das novas tecnologias para educação, pois em muitos casos os alunos se destacam mais do que os professores nesse novo cenário. Nesse contexto, é de suma importância que conheçamos esse novo modelo de educação, e possa através dele atingirmos os objetivos que é o processo de ensino-aprendizagem dos alunos. Assim, não teremos o computador como nosso substituto, mas como uma boa ferramenta para um trabalho mais dinâmico e com melhores resultados.

“Quem estuda, CRESCE!”